sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O Dia da Bandeira... O Terror da Ergonomia, a Cegueira do Jornalismo e o Fracasso do Ministério do Trabalho e Emprego!

Brasil, um país de todos e o descaso também...


Venho, por meio deste depoimento, demonstrar minha insatisfação ao assistir a reportagem do Jornal Nacional de hoje sobre o Dia da Bandeira.

Uma data memorável, em que nos lembramos dos valores patrióticos e dos momentos caóticos que passamos para chegar ao patamar de excelência em exportar produtos, como laranjas, fato que vi em outro dia, em uma outra reportagem comemorando e demonstrando seu patriotismo através dessa conquista. Afinal, como fala meu professor da UFRJ, Dr. Mário Cesar Vidal, 10% de alguma coisa é melhor que 100% de nada, enquanto o pré-sal não sai, comemoramos com a laranja, já que a tequila e o limão ficam para os que bebem para não verem o que está a sua volta... (isso não é pra vc, João! rsrs!!!)

Mas, voltando à reportagem... Chegamos, com muito suor derramado dos rostos canarinhos, em um ponto memorável em nossa história, onde a imprensa de maior nome no Brasil publica em pleno Dia da Bandeira sua comemoração e reconhecimento por este derrame intenso de suor, mostrando a fábrica de bandeiras mais antiga do Brasil que funciona há 75 anos, onde as costureiras trabalham duro em um ambiente muito quente (palavras do reporter), justificando que é com essa transpiração que fazemos um país chegar longe! Complemento questionando, como a fábrica de bandeiras funciona a todo vapor até hoje, sendo este resultante do suor que pinga dos rostos de suas costureiras em um ambiente fechado e muito quente, como foi dito, e com equipamentos enferrujados e pesados, dentre outras irregularidades que vão contra o princípio do Trabalho Decente?!

Acho incrível que depois desse show de civilidades, para não dizer de inadequações e conformismos claramente ilustrados, o repórter não pensou em colocar algum parente bem próximo para trabalhar e honrar a pátria como as costureiras o fazem!

E será que os Fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego ainda não conseguiram comprar televisões para sua residência nestes 75 anos??

Enfim... Peço desculpas pelo tom enérgico e insolente, mas ainda considero minha revolta pouca para tamanha falta de solidariedade e cara-de-pau!

Abraço a todos e boa reflexão!

God Protect Me From What I Want !!!






sexta-feira, 14 de agosto de 2009

A Decepção Freeman!

Pernas cansadas, olhos a vesgar de sono, mas quero escrever... Me privo da responsabilidade de ler o trabalho a ser apresentado amanhã só para refletir sobre coisas que não tenham muito haver com meu futuro profissional, mas me sinto traindo minha própria consciência se não demonstrar minha indignação com um filme chamado "Banquete do Amor", não faço idéia do nome em inglês, mas idolatria por Morgan Freeman escorreu pelo ralo ao ver como alguém pode se prestar a um papel, de certa forma, bom, mas dentro de um filme sem pé e nem cabeça, após uma brilhante carreira.

Uma sinopse que te leva a reunir toda a família como se fossem assistir ao mais belo filme de reflexão sobre o amor da história, em um dia especial, como o dia de comemoração em casa nova, após duas semanas cansativas de mudança, com trabalho da especialização para apresentar no dia seguinte!

É impressionante como ainda me deixo levar por algo do tipo: "... (Freeman) interpreta um observador das mais variadas formas de amor em sua vizinhança..."; traduzindo para o bom português: colocaram um bom ator para chamar atenção num pornô chanchado meia-boca com moças de pouca idade e muita sensualidade, cenas inusitadas de sexo e peitinhos para todos os gostos em variadas formas e tamanhos, onde as personagens se conhecem e no mesmo momento já se põem a sua forma "mais natural"! Sem contar no belíssimo amor de duas lésbicas, onde uma mulher começa a cantar a outra que é casada e abandona o marido para as aventuras românticas traduzidas em cenas que poderiam ficar apenas subentendidas. Não que eu tenha algum preconceito, mas não sou obrigado a me sentir contente por ver tal cena cercado por meus familiares crianças e avós enganados por uma trágica sinópse mentirosa, comercial!

Enfim...
God, protect me from what I want!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Paciência

Tudo acontece e nada se esquece,
Oportunidades surgem e não se concluem,
Viagem, bela paisagem... É tudo miragem...
O que importa é o agora, isso é tudo!

Nada fica de lado, muito fica guardado,
Quero dinâmica e não ficar parado,
Ficar numa boa e sem ficar pirado
Com as responsabilidades por tudo guardado

Viver é aprender, re-aprender e não esquecer,
Conhecer, reconhecer, reviver e reponder,
Pelo caminho que faz meu amanhã tremer...
Paciência para, hoje, o meu caminho escrever e fazer!

God, protect me from what I want!

Pequenas Besteiras...

Queria poder fazer tantas e todas as coisas,
Que não me façam escrever isso com medo
De perder minhas mãos carregando o peso
Da consciência que vigia minha paciência.

Saber que não trago comigo a pestilenta revolta,
Mas sim, um amor daqueles que até cura a dor
Cultivar o que sinto como a perfeição da felicidade
E não o que me abre as portas para a amargura.

Evoluir os pensamentos com toda a caridade
Raciocínios que me furtem os baixos sentimentos
Que rasgam minha carne e sugam o brilho d`alma
Guardando-os junto ao vazio pós prazer máximo

Resguardar minha vontade e garra pelo trabalho,
Jogando fora todo o anseio consequência do desejo
Exalar os suspiros que servem de combustível
Ao companheirismo do meu amor inabalável!

God, Protect me from what I want!

domingo, 26 de julho de 2009

Dor é indispensável, mas o sofrimento é opicional...

Máxima frequentemente usada por todos como consolo ao próximo, tenta colocar os desolados como superiores ao sofrimento, fazendo-os esquecer que este lhes é causado pela dor desde seu primeiro toque aos sentidos, surtindo o interessante efeito de melhora do ânimo que, por fim, "vence" a dor.

Seria esta máxima a real solução do problema ou apenas um ajudante no controle para o completo desespero??

Esse fortalecimento momentâneo pode ser benéfico do ponto em que se dá uma esperança de solução dos problemas daquele indivíduo, mas há o lado da moeda em que de cabeça para baixo, faz que este ser humano não aprenda com o seu erro que provocou a dor. Afinal, sendo ele (sofredor) maior que a dor, a ignorância parece uma saída tentadora aos hipocrimaníacos, como chamo as pessoas que procuram afogar seus problemas em devaneios de uma mesa de bar, desafogando seus pensamentos e se afogando em suas próprias más atitudes para com a vida com o seguinte jargão: "Deixa a vida me levar!" e então tudo vira festa!

A responsabilidade pelo problema já se foi, os sorrisos se estampam, os quadris rebolam o samba Tristeza enquanto as vozes roucas e suplicantes cantam: "Tristeza, por favor, vá embora..." Na tentativa de reviver o pensamento da máxima, já obscurecido pela frustração de não ter resolvido causa primária de todos os males, nossa própria conduta moral, que continua a ceder às mesmas tentações que outrora geraram aquela primeira dor.

Adiar a dor indispensável à evolução, aumentando ainda mais o sofrimento pelo acúmulo de problemas não resolvidos e causas não apuradas não me parece muito inteligente. Então tento sempre me ater à humildade e resignação e abandonar o orgulho e o egoísmo para nunca ter que me conformar com minhas imperfeições.

God, protect me from what I want.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Heath Ledger... Gênio ou Louco?!

Depois desse tempo de abandono ao meu blog, estou de volta... Trazendo uma discussão histórica sobre gênios e loucos...

Hoje vi no Youtube a premiação do Oscar deste grande ator Heath Ledger, prêmio este, que foi recebido por sua mãe, pai e irmã. Ledger interpretou o louco Coringa no filme Batman, O Cavaleiro das Trevas (2008) e fez O Segredo de Brokeback Mountain (2005), filme que não assisti, mas pelo que sei, interpretou um cowboy apaixonado por outro homem; dois papéis, que imagino, sejam imensamente difíceis e problemáticos de se fazer, visto que o ator tem essa necessidade de se entregar ao personagem, de forma que sua individualidade pareça inferior à da personagem, me pergunto se essa entrega a uma profissão como essa seria realmente sadia para o espírito daquele ser humano...

Seguindo o exemplo deste rapaz que morreu no dia 22 de janeiro de 2008, logo após terminar a gravação das cenas do arquivilão de Batman, por excesso de antidepressivos, quem segundo rumores, sofria de depressão como consequência desta entrega ao papel do psicopata; me pergunto se valeu à pena tal sacrifício pela criação da obra, realização do sonho ou seja lá o que for que o levou a realizá-lo.

Esquecer de si mesmo, ignorar a individualidade, seriam sinônimos de um bom ator ou de loucura desnecessária ao mundo da arte?!

Tantos já passaram pela história como gênios, maiorais, enfim... Seriam isso mesmo ou somente precisavam achar um caminho pra não serem ou sofrerem as provas da vida?! A história sempre deu muito mais valor a obra do que ao seu autor, tendo como excessões aqueles que morreram pela obra, será que essa constatação não levaria a alguns a loucura de dar cabo de sua própria vida para chegar à glória do heroísmo, para ter sua obra reconhecida?!

No filme Sete Vidas vi pessoas saindo do cinema convencidos pelo conjunto da obra de que a personagem principal, interpretada por Will Smith, seria um herói, pois este se mata no final para compensar a morte de outras sete pessoas, causadas por um acidente de trânsito, teoricamente, provocado pelo uso do celular ao dirigir, pela personagem de Will. Hollywood foi tão convincente neste filme que realmente nos faz esquecer que ele vivo, poderia ajudar muito mais pessoas do que sete e que isso tudo não passou de uma atitude para compensar o seu próprio sentimento de remorso e não na vontade de praticar caridade.

Essas distorções são tão terríveis que iludem muitas pessoas a acharem que só se é realmente bom, se você der, literalmente, seu sangue por um ideal, enquanto que muita das vezes esse bem poça ser multiplicado, se permanecermos vivos!

Enfim, deixo aqui o pensamento de que prefiro a minha serenidade e continuidade de várias pequenas obras, que a glória póstuma de uma grande obra...

God, protect me from what I want!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

"Te Perdôo Por Te Trair..."

Mais uma vez, trago à luz deste blog pensamentos como este, de Chico Buarque, na música "Mil Perdões", onde a personagem perdoa as atitudes levianas do companheiro que o levaram à traição.
Desenvolvida num raciocínio perfeito e simples da ação que gera uma reação e levantando questões sobre o respeito mútuo que deve existir em qualquer relação à dois sem romantizar.

Mas as perguntas são... Até que ponto essa reação deve acontecer? Onde seria o limite? E quem deve dar esse limite, quem praticou a ação ou quem deveria gerar a reação?

Quando um erro acontece numa relação interpessoal, por uma falta de respeito ou compreensão, quase sempre, nossa reação é reclamar, se mostrar prejudicado e buscar mostrar ao outro onde errou, certo?? Por isso o QUASE sempre... Muitas das vezes não estamos num bom dia e acabamos perdendo a cabeça reagindo de maneira que machuque a pessoa que nos prejudicou da mesma maneira com a qual nos machucamos e muitas das vezes que fazemos isso, o que pensamos que seria a ação do agressor é, na verdade, já uma reação de ações nossas, passadas.

Como exemplo disso, poderia ser citado o menino de rua que rouba quem passa à sua frente e logo falamos: "Pivete!!! Ladrãozinho, sem vergonha!!!". É a nossa reação perante a ação de um assaltante, tentamos humilhá-lo para que este se sinta culpado pelo que está fazendo, como se já não bastasse o fato de ele estar morando na rua, muitas das vezes sozinho e pedindo a atenção dos que passam para a sua situação, tentando ganhar a vida como pedinte e não pensamos que já podemos ter passado por ele antes e nem notado que passava fome e frio... Mas ele com certeza não esqueceu e retribuiu de maneira contundente, assaltando essa pessoa, sendo na verdade a reação da reação.

Da mesma maneira funciona na vida conjugal, onde, se um membro do casal não parar o jogo de bate-rebate, este crescerá como uma avalanche, e soterrará o respeito, levando o mais fraco e menos companheiro à necessidade de se encontrar novamente em outrem. Uma reação extrema que leva fracos a se unirem e como diz Jay Vaquer: "Todos os fracos juntos são mais fracos, fadados à confortável derrota coletiva!". Mas, felizmente, alguns ainda se salvam desta terrível situação e conseguem engolir o orgulho e perdoar o traído!

God, protect me from what I want!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Social X Profissional


Relações humanas... Passíveis de mudanças radicais ao longo do tempo; hora separadas em categorias, hora todas se juntam em um único momento, determinantes para o sucesso e, também, para o fracasso, para o bem ou mal só se a encaramos de maneira correta.

Neste post estarei falando sobre alumas complicações que aparecem quando pensamos nestas duas formas de relação humana.

Quem nunca recebeu a proposta de trabalho de um grande amigo, não entenderá na pele o que é ter que separar amizade de laços profissionais... Situações como um simples almoço podem se tornar momentos de estresse e insegurança, pois vc nunca sabe se aquilo está acontecendo pela vontade de estar junto ou se para a idealização e concretização de novos negócios, fora que se há discordância em algum ponto, ambas as partes ficam inseguras, pois seu sustento, também, depende daquela pessoa.

O clima pesa, as dúvidas se acumulam, as preocupações ganham maiores proporções, a distância se torna cada vez maior, em consequência.

Muito pior é se a outra parte não for só um amigo, mas um parente próximo, o estrago toma proporções tão enormes que envolve até que não tem nada haver com o problema, mas acaba sendo forçado a tomar um partido...

Para não deixar barato a situação é ainda pior se a relação profissional com esse parente for de patrão (você) e empregado (seu parente). Qualquer coisa que é dita como crítica ou até mesmo como elogio, soa estranho... Perde-se a relação de fraternidade, de igualdade, sua imagem passa a ser de explorador, ao invés, de alguém que está muitas das vezes ajudando alguém que não teria onde cair morto!

Pessoas se chateiam e se afastam cada vez mais quando estas duas situações se misturam e não consigo ver nenhum ponto de vista positivo de uma união dessas que possa superar esses podres do orgulho humano, que o cega e o mantém afastado de quaisquer que lhes ofereçam ajuda, só pelo fato de querer sempre mais que quem está ao lado!

Recebi selo novo!!! E lindo, por sinal!!! Torço mesmo para que minhas idéias contribuam para a evolução do mundo!

Obrigado, Mandinha!!!

God protect me from what I want!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Homenagem Sincera ou Evento Social??

Hoje, para alguns, o assunto pode ser um pouco desagradável e mórbido... Não fico feliz em escrever sobre isso, mas é uma situação corriqueira e que todos com certeza passarão um dia.
Não pensem que sou algum tipo de Zé do Caixão que cria algumas polêmicas em torno do mistério da relação vida/morte, mas quero falar sobre como as pessoas se portam em momentos como um enterro, um velório, internação grave, enfim qualquer situação que envolva, ou pelo menos, deveria envolver, grande sofrimento por seus espectadores. Observei isto em algumas situações deste tipo, inclusive presenciei conversas a respeito de como deveria ser realizado o enterro de um parente, tentando analisar cada detalhe...

O que deveríamos dar valor num momento como este e como deveríamos nos sentir com relação a ele (se é que somos capazes de controlar este último!)??

Primeiro vemos todos comentando sobre a causa da morte e noto que uns prestaram atenção realmente preocupados com o sofrimento da vítima, outros preocupados com a polêmica que poderia estar envolvida (como possíveis erros médicos), outros com a aparência do defunto no ato do enterro... Enfim, cada pessoa que ouvia a mesma história sobre o óbito teve uma reação, mas todos vinham com a mesma expressão de: "Puxa, como isso foi acontecer?? Mas ele estava bem em tal dia!". Ninguém espera que o pior, venha a piorar, ninguém está pronto para o pior, senão este nem receberia esse adjetivo. Todas as situações seriam de sofrimento parecido ou nulo, diante dos olhos de quem estivesse devidamente preparado. Será que um dia chegaremos a esse ponto?? Acredito que Jesus tenha conseguido...

Neste ponto me perguntaria se eu preferia ser sensível o suficiente para sentir falta de meu ente querido ou passasse por estes momentos como uma coisa tão corriqueira que nem me sentisse mal, além da saudade. Pensando nisso, me lembrei de pessoas que choraram em soluços e desespero e pessoas que somente derramaram aquela lágrima que não quer nem sair do lugar de tão dolorido que seria seu parto ou até mesmo pessoas que não choraram, estas últimas são as que mais me preocupam...

Será que sou tão involuído assim, que não consigo aceitar que alguém não chore a morte de um pai, entendendo o caminho natural da vida ou é simplesmente pelo valor do choro como forma de homenagem, que a sociedade prega em todos os meios?? Onde para nos sentirmos valorizados por algum ato, tem que ter aquele choro de emoção, seja boa ou ruim!

Por enquanto, só falei das pessoas que realmente estariam preocupadas em estar presentes pelo valor do defunto para estas pessoas.

Falarei dos coadjuvantes agora... Estes são terríveis e em minha mente, nada fáceis de compreender. Como consegue, uma pessoa estar num lugar destes e conversar sobre carnaval contar piadas, fazer planos futuros, com o próprio filho do prestigiado, como se estivessem encontrando-se em uma grande festa?! Sabendo que outras pessoas ali estão sofrendo e muito! E este ainda não foi o maior absurdo que vi, mais ainda, foi o filho do desencarnado aceitar a conversa e ainda dar corda, como se nada estivesse acontecendo...

Mudando totalmente o foco, ainda temos os materialistas, que se preocupam com o formato da urna, o local do enterro, a aba de ferro para carregar o corpo... Tudo ligado à aparência de alguém que não está mais nem aí pra isso e com certeza não reclamaria, só para que ninguém pense que foi feito de má vontade! Afinal a vontade está na qualidade do ato ou da intensão??

Primos, tios, enteados, parentes e amigos se vêem, se abraçam, refazem laços (por hipocrisia ou de verdade), contam histórias sobre o morto, cuidadosamente filtradas para não tirar a boa impressão dada pelo trabalho competente do serviço funerário, afinal, mesmo que a pessoa seja canalha em vida, sua passagem merece ser digna de um homem de bom coração, afinal nós nascemos puros, a sociedade é que nos corrompe! Dizem algumas teorias...

Descobre-se amores, horrores, pastores, e muito mais nessa miscelânia onde todos se dividem entre a obrigação social e a moral para com aqueles que um dia foram importantes, ou não, em suas vidas...

God, protect me from what I want!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Homens de Princípios...

O Homem procura sempre a verdade absoluta, algo inabalável para sustentar suas frágeis emoções. Tem sempre que achar algo em que se basear, dificilmente uma idéia será verdadeiramente original, no que diz respeito às relações humanas.

Quem tem a vontade de viver pelo certo, nunca considerará suas idéias imutáveis antes de ouvir e refletir sobre cada novo ponto de vista ou nova possibilidade que lhe possa parecer, à primeira vista, mais certa que a anterior.

Por isso, acontecem as confusões, os fanatismos, porque é mais fácil se agarrar em algo que foi dito como certo por alguém e não tivemos argumentos para mudar essa certeza, do que refletir sobre os argumentos que estão à nossa frente.

A formação dos famosos "princípios", que deveriam servir para o melhor convívio do homem em sociedade e para sua própria evolução, muitas vezes se confundem em meio à pregações segas pelo orgulho de quem às realiza, distorcendo o que seriam os ensinamentos de quem veio para mostrar como viver!

A preguiça de raciocinar é um dos piores problemas a enfrentarmos ao longo de nossas vidas... E é esse que nos fará livrar do que queremos futilmente!

God, protect me from what I want!